CÂMARA DE VEREADORES DE IBICARAÍ
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8 de janeiro de 2021
200K – Um triste número alcançado no Brasil
Para abrir esse triste artigo usei o termo K, pois está na moda e virou febre entre os jovens na última década. É muito comum ver ou ouvir nos dias atuais o termo K para representar o valor mil. É bem simples: para cada mil seguidores falamos 1K. Em uma rápida pesquisa na internet você vai descobrir que essa letra representa a palavra Kilo em inglês, e segundo o Sistema Internacional de Unidades o prefixo “quilo” significa mil. 200K = a 200 mil mortes.
Vale ressaltar que esta
padronização serve para outras letras, como “H” para centena, “M” para milhão,
“G” para bilhão e “T” para trilhão. Espero em Deus só voltar a falar sobre esse
assunto enaltecendo a eficácia das vacinas e o fim dessa tragédia humana
chamada pandemia. Que paremos nessa letra K.
Tenho visto diariamente uma guerra de ideias vindas do lado Esquerdo, que aponta culpados, e respostas do lado Direito, que mostram milhões de curados e eu fico preocupado com tudo que vejo e leio. Não é momento para aplicar ideologias ou procurar culpados ou muito menos comparar o grande número de curados com os mortos. O momento é de buscar solução. E a solução parece estar próxima, na ponta de uma agulha.
7 de janeiro de 2021
Márcio Rootz usa o traço livre e um estilo próprio para retratar o cotidiano da periferia regional
Com um traço livre e um estilo próprio o artista Márcio Conceição dos Santos, ou simplesmente Márcio Rootz, como ele gosta de assinar os seus trabalhos, produz diariamente cenas do cotidiano de Ibicaraí e da região cacaueira, tendo na periferia a essência do teu trabalho, que ele diz ser um dos prazeres da sua vida.
Apesar de ter nascido em Itabuna,
Márcio cresceu em Ibicaraí, no bairro Corina Batista – Zona Leste da cidade –,
bairro esse que tem uma forte influência na sua pessoa, cidadão e artista.
Márcio gosta sempre de falar do Corina e da importância na sua formação.
Perguntado pelo traço marcante dos trabalhos, Márcio deixa claro que o seu estilo não tem um nome específico, e ele mesmo gosta de denominar como um estilo livre, com destaque pros traços fortes e a figura humana como centro dos seus trabalhos. Márcio gosta de muitos ilustradores, mas faz questão de falar dos irmãos gêmeos Eduardo Kobra e Drica Monteiro, artistas que ele tem como exemplo.

