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15 de julho de 2016

Com reajuste zero, funcionários públicos da Bahia organizam paralisações.



Sem avanço nas negociações, funcionários públicos estaduais e municipais organizam paralisações para pressionar governo do Estado e prefeitura de Salvador a declinarem da proposta de reajuste zero e concederem aumentos salariais para as categorias. Segundo o coordenador do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Bruno Carianha, a prefeitura tem sido “intransigente” e não aceita negociar o reajuste pleiteado pelos trabalhadores, de 10,7%, com base na inflação anual acumulada. “Até agora, não temos tido sucesso, porque a gestão tem nos tratado da pior forma possível. O prefeito vem se comportando da mesma forma que o avô [Antônio Carlos Magalhães], de não sentar para negociar”. Por causa do impasse, os servidores públicos municipais chegaram a deflagrar greve geral em março. Recuaram um mês depois, quando encerraram o movimento e aceitaram retirar da pauta de negociações o reajuste salarial, aceitando o argumento da prefeitura de que só poderia se falar em aumento após a publicação do relatório quadrimestral.
Publicado no fim de maio, o documento apontou redução na arrecadação do primeiro quadrimestre (relembre). O resultado, entretanto, é rebatido por Carianha, que afirma ter havido manutenção na arrecadação, em relação ao mesmo período do ano passado. “Segundo o procurador da Semge, é possível propor esse reajuste. É uma contradição que só o prefeito pode responder”, disse. O dirigente do Sindseps informou que a paralisação articulada envolve outras categorias e deve ocorrer ainda este mês. No âmbito estadual, Marinalva Nunes, presidente da Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia (Fetrab), avalia que o governo “avançou e descontruiu o discurso para o reajuste zero”, mas não dá sinais de quando deve retomar as negociações. “O governo continua falando da dificuldade de arrecadação, de cumprimento do reajuste linear”, relatou. Como as tratativas continuam emperradas, a entidade organiza uma paralisação no próximo dia 20, na Praça da Piedade, e fala até em greve geral. “No próximo dia 21, temos uma assembleia convocada e podemos aprovar indicativo de greve”, informou. A categoria reivindica também aumento de 10,7%. Procurada, a Secretaria Municipal de Gestão (Semge) não se pronunciou sobre as críticas feitas pelo Sindseps. O BN também não conseguiu localizar o secretário estadual de Relações Institucionais, Josias Gomes, para comentar as declarações da presidente da Fetrab.
bahianoticias.com

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