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4 de julho de 2016

Brasil foi principal vítima de vírus que infectou 10 mil contas do Facebook.


Um malware distribuído via Facebook infectou mais de 10 mil usuários em apenas 48 horas, informou a Kaspersky Lab, que verificou a ação entre os dias 24 e 27 de junho. Os mais afetados pelo ataque foram os brasileiros, que correspodem à fatia de 37% do total de casos. Polônia (8%), Peru (7%), Colômbia (7%) e México (7%) foram os países que também registraram mais ocorrências.
Ainda segundo a empresa, o vírus foi disseminado através de notificações – aquelas exibidas por alertas de marcação em fotos ou em publicações cotidianas, como comentários ou atualização de status.
O phishing funcionava a partir de duas fases: na primeira, um trojan era baixado pelo PC, o que resultava na instalação de uma extensão maliciosa no Chrome. A partir disso, a segunda fase do ataque era então executada; ao acessar a rede social usando o browser comprometido, o controle da conta era tomado.





Como o ataque foi executado
Na prática, o vírus agiu desta forma: no momento em que o usuário clicava sobre a notificação, o arquivo malicioso passava a encerrar a sessão atual. Em seguida, uma nova página que exigia um novo login para acesso ao Facebook era aberta: quando nome de usuário e senha eram informados, o malware baixado em segundo plano era ativado, roubando e alterando as preferências de privacidade da vítima.


A extração indevida de scripts e de dados de conta pode ser usada para várias atividades ilegais, tais como roubo de identidade, envio de spams e fraudes bancárias, por exemplo. A distribuição do malware acontecia no momento em que o programa malicioso era baixado, quando a notificação falsa de marcação era enviada aos demais contatos do usuário infectado.


iOS e Android seguros
Os ataques foram feitos principalmente via Google Chrome e Mozilla Firefox. Enquanto o iOS e Android são seguros e não puderam, assim, ser infectados pelo novo vírus, o Windows 10 Mobile correu o risco também de ser comprometido.
Verifique seu Google Chrome
Abra o navegador, clique sobre o ícone de sanduíche e acesse a opção “Configurações”;
Em “Extensões”, procure pelo arquivo “thnudoaitawxjvuGB”, sem aspas.



A técnica usada pelos hackers é conhecida como "phishing"

Pasta "sequestrada"
Conforme bem observado por Alan S., um dos nossos leitores, o vírus é capaz de fazer com que arquivos do sistema assumam o nome "Mozilla". Execute o processo descrito abaixo para verificar se as pastas do seu computador foram "sequestradas" pelo malware:
Abra o Menu Iniciar e execute o comando iniciar (ou aperte Win+R);
Em seguida, abra o diretório %AppData%\Mozila e procure pelos arquivos e pastas “ekl.au3” e “autoit.exe”.
Se os arquivos mencionados acima forem encontrados, é provável que sua conta tenha sido atacada.
Google já removeu extensão infectada da Web Store; Facebook bloqueou método de distribuição do malware

Medidas de segurança
Ao menos uma das extensões usadas durante os ataques foi removida pela Google da Web Store. Segundo o Facebook, o método usado para a distribuição do vírus (via notificações) já foi também encerrado. Para combater a prática de cibercriminosos, execute as recomendações de segurança sugeridas pela Kaspersky Lab:

1. Instale uma solução antimalware em todos os dispositivos e mantenha o software do sistema operacional atualizado (veja algumas opções nesta página);

2. Evite clicar em links contidos em mensagens de pessoas que você não conhece ou em mensagens de amigos que você não estava esperando;

3. Sempre tenha cuidado quando estiver on-line e nas redes sociais;

4. Implemente as configurações de privacidade adequadas nas redes sociais, como o Facebook.
Clique aqui para consultar detalhes técnico quanto à forma de atuação do vírus.

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