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7 de janeiro de 2015

Secretário da Educação explica falta de pagamento dos professores E diz que vai botar o salário dos professores em dia.


No retorno do feriadão nesta segunda-feira (5), o clima na prefeitura ainda era de ressaca (Lenildo está em Salvador com a cúpula estadual petista comemorando a posse do governador). Mas o secretário Uildo Batista estava no batente despachando normalmente na sala da Educação. E, diferentemente de outros agentes públicos que se escondem do Grupo Ibicaraí, Uildo abriu as portas para falar sobre o atraso do pagamento dos professores.
O secretário explicou (ou, pelo menos, tentou) que a prefeitura sofre um déficit de cerca de 60 mil reais por mês na educação. Essa diferença, segundo ele, é o que explica a falta de dinheiro para pagar o salário dos professores, que continua atrasado.

A origem do déficit, de acordo com Uildo, é a diminuição da arrecadação de impostos federais, a inexistência de arrecadação municipal e a queda do número de alunos matriculados no município (o governo federal envia a verba da educação com base na quantidade de matrículas). E ainda há os professores que acumulam cargos de maneira ilegal, com mais de um vínculo, onerando os cofres públicos.
No momento da entrevista, o secretário recebeu um telefonema de Glaudinéa Moraes, diretora do sindicato dos professores. Glaudinéa cobrou Uildo de maneira bastante veemente, dizendo que nada justificava ter deixado os professores por último na lista de pagamento dos funcionários da prefeitura. Para ela, Uildo prometeu que 2015 será melhor que 2014.
Glaudinéa reclamou com o secretário da situação dos professores que continuam devendo no comércio e sem dinheiro para pagar as contas. O secretário ponderou que a situação da prefeitura também não era boa.
Uildo admitiu que recebe dois salários -- um pelo cargo de secretário e outro pela função de professor estadual do Celem, que ele parou de exercer. Mas ele revelou que em 2015 vai voltar a dar aulas. Segundo ele, a situação não é ilegal.

Uildo também disse que vai trabalhar em 2015 para diminuir o déficit das contas da educação e colocar o salário dos professores em dia.
Fonte; Facebook do jornalista José Nilton Calazans.

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