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1 de setembro de 2014

Magnano alerta sobre início ruim, mas elogia time:

O começo da história não foi dos mais belos, pelo contrário. Mas a continuação foi de prender a atenção. O segundo capítulo brasileiro na Copa do Mundo da Espanha terminou com o mesmo final feliz do primeiro. A vitória da seleção sobre o Irã por 79 a 50 teve um sabor de "quero mais" pelo grupo. Não pela vantagem em si, muito menos pelo poderio do adversário, muito abaixo tecnicamente, o que empolgou a todos foi a postura defensiva e o jogo coletivo de um grupo, que saiu premiado com pontuação distribuída entre os 12 que foram à quadra do Palacio de Deportes.
A homogeneidade da equipe foi tão clara, que o cestinha verde e amarelo foi Alex, com 12 pontos, ficando abaixo do maior pontuador do duelo, o iraniano Jamshidi, que marcou 13, em um time que só fez 50 pontos.
- Vou falar uma coisa para vocês (jornalistas) que falei lá no vestiário. Fiquei com uma sensação muito boa, porque a equipe não depende de um só jogador, mas de toda a equipe. Quem entra, não importa se joga um, cinco, 20 ou 30 minutos, mas joga como equipe. Falei para eles que sozinho você pode ir mais rápido, mas, todos juntos, vamos mais longe. Essa é a ideia – elogiou Rubén Magnano.
Autor de oito pontos e quatro rebotes, o pivô Nenê preferiu não pensar no duelo com a Espanha, nesta segunda-feira, mas sim destacar a participação de todos diante do Irã. Para o camisa 13, o Brasil tem apresentado um basquete bonito de se ver.
- Não estamos pensando na Espanha agora, estamos pensando dia por dia. Fizemos uma boa partida, amanhã é uma outra história, temos que seguir passo a passo, pois essa equipe não tem um, dois ou três jogadores. Quando a equipe ganha, todos ganham, quando a equipe perde, todos perdem. Mas a forma que a equipe está jogando, está dando gosto, está sendo bom. Esperamos manter a humildade, a confiança e o respeito com o adversário, mas impondo o nosso jogo - disse.
Alex basquete Brasil x Irã Copa do Mundo (Foto: FIBA)
Ao fundo, Magnano observa investida de Alex. O treinador gostou do que viu contra o Irã (Foto: FIBA)
O novo cochilo nos cinco minutos iniciais, que permitiu aos iranianos abrirem 12 a 3, foi o único ponto que fez Magnano mudar o semblante na coletiva de imprensa. Se a vitória veio nas duas primeiras partidas, mesmo com a desatenção, o argentino sabe que a exceção não vai virar regra.
- Eu falei isso no vestiário, acho que é uma coisa que temos que corrigir, mas não posso falar em falta de concentração. São jogos diferentes, mas temos que entender que não podemos dar essa margem de quatro, cinco minutos sem pontuar. A medida que crescemos, nós temos que melhorar isso. Não é fácil ficar correndo atrás. Mas, no final, estamos ficando com a vitória – declarou.


Nesta segunda-feira, um novo apagão pode ser fatal. O duelo será contra a Espanha, dona da casa e segunda melhor equipe do mundo no ranking da Fiba, às 17h (Brasília), com transmissão do SporTV e cobertura em Tempo Real do GloboEsporte.com.

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