Vivemos uma vida tão passageira, quase sempre pensando nas nossas conquistas pessoais e no acúmulo de bens e riquezas fúteis — muitas vezes conquistadas à custa do choro e da desgraça alheia. Alguém sempre vai chorar para que outro possa rir. Muitos passam necessidade para que poucos acumulem milhões ou bilhões.

